Captação de Recursos – Um Tema Pouco Amado

Captação de Recursos – Um Tema Pouco Amado

“Captação de recursos”. Este é um termo que gera sentimentos conflitantes nas organizações sociais.

Por um lado, o interesse por este assunto amplo e intrigante é necessário para o bom funcionamento da organização.

Por outro, existe o incômodo de conviver com uma atividade que não tem relação direta com a causa da ONG, porém, que não pode ser ignorada.

Essa relação conflituosa frequentemente leva ao mesmo desfecho: a captação de recursos é tratada como um assunto secundário. Um remédio para emergências cuja importância emerge quando a febre sobe.

Podemos afirmar com conhecimento de causa que a relação das organizações sociais com a captação de recursos é um cenário que, via de regra, repete alguns elementos principais:

  • Baixo apreço dos integrantes da organização pelo tema – em contraste com o amor pela causa;
  • Atividade de captação de recursos frequentemente como ocupação secundária de pessoas da equipe ou do fundador;
  • Ênfase na ação pouco estruturada ao invés de planejada;
  • Medo permanente do esgotamento, pelo menos parcial, de recursos.

Em resumo, a captação de recursos é muitas vezes – talvez você se identifique com isso – um tema pouco amado, pouco especializado, pouco explorado e movido pelo medo da falta, ou de perder o patrocínio de empresas e grandes doadores.

Esse pode não ser o cenário em médias e grandes organizações, com recursos para montar equipes especializadas. Mas é o pano de fundo de centenas de milhares de pequenas ONGs.
Mas onde está este problema? Do lado da organização ou do doador?

Nosso otimismo começa pela crença de que há MUITO dinheiro disponível para doação no Brasil. As pessoas querem doar. As empresas querem doar. O governo quer doar.

E se acreditamos que há MUITO dinheiro disponível para doação, isso nos leva a um segundo ponto de vista positivo: está nas mãos da sua organização acessar o recurso que vocês sonham.

Não há no Brasil, atualmente, um problema de falta de recursos. Mas sim de saber recebê-los.

Mas como é possível acessar esse mar de recursos? Quais são as estratégias que tornam possível chegar lá?

Antes de mais nada é importante refletir se o doador encontra facilmente as informações de como doar para a sua organização. Essa comunicação é clara? O doador sabe o que a sua organização faz, o quanto custa para fazer, quantas pessoas são atingidas por aquilo que você faz e que a sua organização precisa de recursos para dar continuidade ao trabalho?

Frequentemente vemos instituições que postam conteúdos diariamente, mas estes conteúdos não chamam a audiência para a doação. Ou, em outras palavras, não pedem doação.

Quando abordadas, estas instituições alegam o medo de perder a doação que já recebem, seja de empresas ou pessoas físicas e, para esse tipo de situação, nossa resposta é sempre a mesma: comunicação. Se você já recebe algum tipo de doação recorrente, ou patrocínio de empresas, é importante deixar claro quais são as necessidades da sua instituição e o percentual que aquela doação representa. Dessa forma você deixa clara a sua gratidão e também deixa o doador ciente de que você precisa de mais.

Para te ajudar nesse processo de captação de recursos de forma profissional e organizada, a Quantus possui uma plataforma de captação que usa links de doação personalizados com um layout clean, fácil de navegar e sem distrações, criando uma experiência positiva e acolhedora para o doador. Quer ver como podemos transformar sua captação de doações? Clique aqui e agende uma demonstração.

Quantus, conectando propósitos!

Fonte: https://agosocial.com.br/guia-completo-captacao-de-recursos-ong/

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